Posição País IDHAlto desenvolvimento humano
1 Islândia 0.968
2 Noruega 0.968
3 Canadá 0.967
4 Austrália 0.965
5 Irlanda 0.960
6 Holanda 0.958
7 Suécia 0.958
8 Japão 0.956
9 Luxemburgo 0.956
10 Suíça 0.955
11 França 0.955
12 Finlândia 0.954
13 Dinamarca 0.952
14 Áustria 0.951
15 Estados Unidos 0.950
16 Espanha 0.949
17 Bélgica 0.948
18 Grécia 0.947
19 Itália 0.945
20 Nova Zelândia 0.944
21 Grã-Bretanha 0.942
22 Hong Kong 0.942
23 Alemanha 0.940
24 Israel 0.930
25 Coréia do Sul 0.928
26 Eslovênia 0.923
27 Brunei 0.919
28 Cingapura 0.918
29 Kuait 0.912
30 Chipre 0.912
31 Emirados Árabes Unidos 0.903
32 Bahrein 0.902
33 Portugal 0.900
34 Qatar 0.899
35 República Tcheca 0.897
36 Malta 0.894
37 Barbados 0.889
38 Hungria 0.877
39 Polônia 0.875
40 Chile 0.874
41 Eslováquia 0.872
42 Estônia 0.871
43 Lituânia 0.869
44 Letônia 0.863
45 Croácia 0.862
46 Argentina 0.860
47 Uruguai 0.859
48 Cuba 0.855
49 Bahamas 0.854
50 Costa Rica 0.847
51 México 0.842
52 Líbia 0.840
53 Oman 0.839
54 Seychelles 0.836
55 Arábia Saudita 0.835
56 Bulgária 0.834
57 Trinidad e Tobago 0.833
58 Panamá 0.832
59 Antígua and Barbuda 0.830
60 São Cristóvão e Névis 0.830
61 Venezuela 0.826
62 Romênia 0.825
63 Malásia 0.823
64 Montenegro 0.822
65 Sérvia 0.821
66 Santa Lúcia 0.821
67 Belarus 0.817
68 Macedônia 0.808
69 Albânia 0.807
70 Brasil 0.807
71 Cazaquistão 0.807
72 Equador 0.807
73 Rússia 0.806
74 Ilhas Maurício 0.802
75 Bósnia-Hezergóvina 0
Fonte: http://www.sempretops.com/i
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
IDH- ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO
O IDH é o Índice de Desenvolvimento Humano que se refere às condições de vida de cada país. Através do IDH eles dividem os países da seguinte forma:
*Países desenvolvidos que são aqueles com elevado desenvolvimento humanos
*Em desenvolvimento são os com desenvolvimento humano médio
*Subdesenvolvidos com desenvolvimento humano baixo.
O Brasil ocupa a 70º lugar na tabela do IDH e os dados que são levados em conta para se chegar a um número por país são:
*Dados de expectativa de vida ao nascer
*Em desenvolvimento são os com desenvolvimento humano médio
*Subdesenvolvidos com desenvolvimento humano baixo.
O Brasil ocupa a 70º lugar na tabela do IDH e os dados que são levados em conta para se chegar a um número por país são:
*Dados de expectativa de vida ao nascer
*Educação
*PIB (PPC) per capita (como um indicador do padrão de vida) recolhidos a nível nacional.
Os países membros da Organização das Nações Unidas são classificados de acordo com esses parâmetros. No ano passado algumas mudanças foram estipuladas para que fossem aplicadas no IDH ficando da seguinte forma: A partir do relatório de 2010, o IDH combina três dimensões:
*PIB (PPC) per capita (como um indicador do padrão de vida) recolhidos a nível nacional.
Os países membros da Organização das Nações Unidas são classificados de acordo com esses parâmetros. No ano passado algumas mudanças foram estipuladas para que fossem aplicadas no IDH ficando da seguinte forma: A partir do relatório de 2010, o IDH combina três dimensões:
*Uma vida longa e saudável, ou seja, expectativa de vida ao nascer
*O acesso ao conhecimento como anos médios de estudo e anos esperados de escolaridade
*Um padrão de vida decente: PIB (PPC) per capita
Fonte: REDE EDUCA
*O acesso ao conhecimento como anos médios de estudo e anos esperados de escolaridade
*Um padrão de vida decente: PIB (PPC) per capita
Fonte: REDE EDUCA
Pelo 2º ano, Brasil tem pior serviço público em relação à arrecadação de impostos
Austrália
164,18
1º
Estados Unidos
163,83
2º
Coreia do Sul
162,38
3º
Japão
160,65
4º
Irlanda
159,98
5º
Suíça
157,49
6º
Canadá
156,53
7º
Nova Zelândia
156,19
8º
Grécia
153,69
9º
Eslováquia
FMI rebaixa previsão de crescimento da A.Latina para 3,6% em 2012
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou nesta terça-feira para baixo as perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina, para 3,6% em 2012, quatro décimos abaixo do projetado em setembro.
Leia também:
Gastos de brasileiros no exterior aumentam quase 30% em 2011
Total de famílias endividadas recua em janeiro
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A revisão do relatório semestral de "Perspectivas Econômicas Mundiais" situa o crescimento em 2013 em 3,9%, dois décimos abaixo da estimativa anterior do organismo.
Neste ano, a economia brasileira crescerá 3%, seis décimos abaixo da previsão de setembro, conforme o relatório que revisa para baixo tanto as economias avançadas quanto às emergentes.
No caso do Brasil, o FMI espera que o ano de 2013 encerre com alta do PIB de 4%, dois décimos abaixo do estimado anteriormente, embora acima dos 2,9% de 2011.
O FMI destacou na atualização de seu relatório fiscal, também publicado nesta terça-feira, que o Brasil manteve a disciplina orçamentária para apoiar uma política monetária expansiva como principal instrumento contra o negativo cenário global.
Com isso, o Brasil espera fechar 2012 com superávit orçamentário primário de 3,1% do PIB. O organismo lembrou as medidas de Brasília para apoiar a demanda de 0,2% do PIB.
No caso do México, o fundo espera que o crescimento se situe em 3,5% em 2012, um décimo a menos da previsão anterior, e mantenha o mesmo ritmo de aumento do PIB em 2013, o que representa um corte de dois décimos com relação ao cálculo de setembro.
Pelo relatório, espera-se que o crescimento nas economias emergentes, entre elas as latino-americanas, desacelere "pelo agravamento das condições externas e o enfraquecimento da demanda interna".
O FMI ressaltou que as projeções indicam que se intensificarão as políticas para enfrentar a crise na eurozona, o que coloca em risco o crescimento global.
A recomendação do fundo é que os países emergentes com menores pressões inflacionárias injetem liquidez para enfrentar a desaceleração global, mas levem em conta os riscos em setores superaquecidos como o imobiliário. EFE
Fonte: Yahoo Notícias
Neste ano, a economia brasileira crescerá 3%, seis décimos abaixo da previsão de setembro, conforme o relatório que revisa para baixo tanto as economias avançadas quanto às emergentes.
No caso do Brasil, o FMI espera que o ano de 2013 encerre com alta do PIB de 4%, dois décimos abaixo do estimado anteriormente, embora acima dos 2,9% de 2011.
O FMI destacou na atualização de seu relatório fiscal, também publicado nesta terça-feira, que o Brasil manteve a disciplina orçamentária para apoiar uma política monetária expansiva como principal instrumento contra o negativo cenário global.
Com isso, o Brasil espera fechar 2012 com superávit orçamentário primário de 3,1% do PIB. O organismo lembrou as medidas de Brasília para apoiar a demanda de 0,2% do PIB.
No caso do México, o fundo espera que o crescimento se situe em 3,5% em 2012, um décimo a menos da previsão anterior, e mantenha o mesmo ritmo de aumento do PIB em 2013, o que representa um corte de dois décimos com relação ao cálculo de setembro.
Pelo relatório, espera-se que o crescimento nas economias emergentes, entre elas as latino-americanas, desacelere "pelo agravamento das condições externas e o enfraquecimento da demanda interna".
O FMI ressaltou que as projeções indicam que se intensificarão as políticas para enfrentar a crise na eurozona, o que coloca em risco o crescimento global.
A recomendação do fundo é que os países emergentes com menores pressões inflacionárias injetem liquidez para enfrentar a desaceleração global, mas levem em conta os riscos em setores superaquecidos como o imobiliário. EFE
Fonte: Yahoo Notícias
domingo, 22 de janeiro de 2012
Brasil é segundo país mais desigual do G20, aponta estudo
A desigualdade no Brasil é a segunda maior entre os países que compõem o G20. Apenas a África do Sul fica atrás em termos de desigualdade social. Este é o panorama traçado pela pesquisa "Deixados para trás pelo G20", elaborada pela Oxfam – entidade de combate à pobreza e a injustiça social atuante em 92 países.
Como base de comparação, a pesquisa também examina a participação na renda nacional dos 10% mais pobres da população de outro subgrupo de 12 países, de acordo com dados do Banco Mundial. Neste quesito, o Brasil apresenta o pior desempenho de todos, com a África do Sul logo acima.
A pesquisa afirma que os países mais desiguais do G20 são economias emergentes. Além de Brasil e África do Sul, México, Rússia, Argentina, China e Turquia têm os piores resultados. Já as nações com maior igualdade, são economias como França, Alemanha, Canadá, Itália e Austrália.
Mesmo estando nas últimas colocações, o Brasil é mencionado pela pesquisa como um dos países onde o combate à pobreza foi mais eficaz nos últimos anos. O estudo cita dados que apontam a saída de 12 milhões de brasileiros da pobreza absoluta entre 1999 e 2009.
A pesquisa prevê que, se o Brasil crescer de acordo com as previsões do FMI (3,6% em 2012 e acima de 4% nos anos subsequentes) e mantiver a tendência de redução da desigualdade e de crescimento populacional, o número de pessoas pobres cairá em quase dois terços até 2020, com 5 milhões de pessoas a menos na linha da pobreza.
Para o chefe do escritório da Oxfam no Brasil, Simon Ticehurst, é importante que o governo dê continuidade às políticas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e que o Estado intervenha para melhorar o sistema de distribuição. “Os mercados podem criar empregos, mas não vão fazer uma redistribuição (de renda)”, afirma.
Ticehurst diz que, para reduzir a desigualdade, o Brasil também precisa atacar as questões da sustentabilidade e da resistência a choques externos. “As pessoas mais pobres são as mais impactadas pela volatilidade do preço dos alimentos, do preço da energia, dos impactos da mudança climática. O modelo de desenvolvimento do Brasil precisa levar isso mais em conta.”
Para ele, a reforma agrária e o estímulo à agricultura familiar também são importantes para reduzir a desigualdade. “Da parcela mais pobre da população brasileira, cerca de 47% vive no campo. Além disso, 75% dos alimentos que os brasileiros consomem são produzidos por pequenos produtores, que moram na pobreza”, afirma TiceHurst.
“Não existe escassez de potenciais alavancas para políticas (de redução da desigualdade). Em vez disso, talvez exista uma escassez de vontade política”, diz o estudo.
Com informações da BBC Brasil
Fonte: site 15º núcleo CPERS/SINDICATO
Por Siden
Como base de comparação, a pesquisa também examina a participação na renda nacional dos 10% mais pobres da população de outro subgrupo de 12 países, de acordo com dados do Banco Mundial. Neste quesito, o Brasil apresenta o pior desempenho de todos, com a África do Sul logo acima.
A pesquisa afirma que os países mais desiguais do G20 são economias emergentes. Além de Brasil e África do Sul, México, Rússia, Argentina, China e Turquia têm os piores resultados. Já as nações com maior igualdade, são economias como França, Alemanha, Canadá, Itália e Austrália.
Mesmo estando nas últimas colocações, o Brasil é mencionado pela pesquisa como um dos países onde o combate à pobreza foi mais eficaz nos últimos anos. O estudo cita dados que apontam a saída de 12 milhões de brasileiros da pobreza absoluta entre 1999 e 2009.
A pesquisa prevê que, se o Brasil crescer de acordo com as previsões do FMI (3,6% em 2012 e acima de 4% nos anos subsequentes) e mantiver a tendência de redução da desigualdade e de crescimento populacional, o número de pessoas pobres cairá em quase dois terços até 2020, com 5 milhões de pessoas a menos na linha da pobreza.
Para o chefe do escritório da Oxfam no Brasil, Simon Ticehurst, é importante que o governo dê continuidade às políticas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e que o Estado intervenha para melhorar o sistema de distribuição. “Os mercados podem criar empregos, mas não vão fazer uma redistribuição (de renda)”, afirma.
Ticehurst diz que, para reduzir a desigualdade, o Brasil também precisa atacar as questões da sustentabilidade e da resistência a choques externos. “As pessoas mais pobres são as mais impactadas pela volatilidade do preço dos alimentos, do preço da energia, dos impactos da mudança climática. O modelo de desenvolvimento do Brasil precisa levar isso mais em conta.”
Para ele, a reforma agrária e o estímulo à agricultura familiar também são importantes para reduzir a desigualdade. “Da parcela mais pobre da população brasileira, cerca de 47% vive no campo. Além disso, 75% dos alimentos que os brasileiros consomem são produzidos por pequenos produtores, que moram na pobreza”, afirma TiceHurst.
“Não existe escassez de potenciais alavancas para políticas (de redução da desigualdade). Em vez disso, talvez exista uma escassez de vontade política”, diz o estudo.
Com informações da BBC Brasil
Fonte: site 15º núcleo CPERS/SINDICATO
Por Siden
Pedagogia do Oprimido - Entrevista com Paulo Freire 2/11
Queridos(as) alunos(as) e/ou pessoas que gostem de argumentar, gostaria muito de saber a opinião de vocês em relação a Paulo Freire.
Por favor, postem comentários, vamos discutir.
Lúcia
Ultima Entrevista a Paulo Freire 1° parte
Paulo Reglus Neves Freire (Recife, 19 de setembro de 1921 — São Paulo, 2 de maio de 1997) foi um educador e filósofo brasileiro. Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência política. Autor de “Pedagogia do Oprimido”, um método de alfabetização dialético, se diferenciou do "vanguardismo" dos intelectuais de esquerda tradicionais e sempre defendeu o diálogo com as pessoas simples, não só como método, mas como um modo de ser realmente democrático. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da Pedagogia mundial[1], tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica. A sua prática didática fundamentava-se na crença de que o educando assimilaria o objeto de estudo fazendo uso de uma prática dialética com a realidade, em contraposição à por ele denominada educação bancária, tecnicista e alienante; o educando criaria sua própria educação, fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído; libertando-se de chavões alienantes, o educando seguiria e criaria o rumo do seu aprendizado.
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