domingo, 19 de junho de 2016

CAPITALISMO, CONSUMO E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL


Capitalismo é um sistema socioeconômico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção e a liberdade dos indivíduos para realizar contratos que regulem seus próprios interesses. De modo geral a atividade econômica está orientada a rentabilidade ou obtenção de benefícios numa ideologia neoliberal, ou seja, em que o Estado não intervém.  O sistema capitalista é baseado numa economia de mercado, pois a finalidade da produção é o intercâmbio e não o consumo direto. Nesse sentido, a competitividade é o motor e o regulador da atividade econômica.

Desse modo, o consumo torna-se uma parte fundamental do processo de expansão do capitalismo, na medida em que se coloca como condição determinante para a acumulação do capital. Essa acumulação que garante os avanços tecnológicos, permitindo a fabricação de produtos mais modernos, que reaquecem o consumo.

Com o crescimento do consumo, o ritmo das atividades econômicas tornou-se muito mais intenso, o que faz ampliar de modo considerável a interferência do ser humano sobre a natureza. Para atender ao grande aumento da produção, foi preciso explorar uma quantidade cada vez maior de recursos. Desse modo, a natureza passou a ser vista apenas como fonte de matérias-primas, o que deflagrou um intenso processo de degradação ambiental.

tanza027.jpg - Animals on the plains of Tanzania

No Brasil e em vários outros países, as florestas e matas são devastadas para ceder lugar às lavouras e pastagens ou apenas para a retirada de madeira, levando um grande número de seres vivos à beira da extinção. A exemplo disso, podemos citar os solos da região do Sahel ( África), tornam-se improdutivos por causa do manejo inadequado. A poluição aumenta progressivamente, seja nas águas continentais e oceânicas, ou na atmosfera. Além de tudo, o lixo acumula-se em grandes quantidades nos maiores centros urbanos, assim como, muitos recursos, sobretudo os de origem fóssil, estão em crescente esgotamento, pois os energéticos fósseis, apresentam reservas limitadas na natureza.
O petróleo, por exemplo, constitui a principal fonte de energia utilizada atualmente, sobretudo na forma de combustível (querosene, gasolina e óleo diesel). A falta de petróleo levaria à paralisação de muitas atividades industriais e de grande parte dos meios de transporte.
Atualmente, o petróleo é a fonte de 35% da energia consumida no planeta, mas segundo estimativas as reservas conhecidas serão suficientes para atender ao consumo mundial por apenas mais 40 anos.
O crescente aumento dos padrões de consumo e suas relações com os problemas ambientais ocorrem de maneira distinta entre os países. Dados estatísticos comprovam que a maior parte da poluição gerada no planeta, assim como, a intensa exploração de recursos naturais, é causada pelo alto nível de consumo de apenas 18% da população mundial. Grande parte dessa população encontra-se nos países desenvolvidos, onde a renda per capita é bastante elevada, possibilitando maior acesso ao consumo.
Em contrapartida, nos países subdesenvolvidos uma imensa parcela da população não tem acesso a bens e serviços para satisfazer às suas necessidades básicas. Aproximadamente 39% da população mundial não tem acesso a saneamento básico em suas residências; 13% não têm acesso à água potável; 12% não dispõem de habitações adequadas; e 11% das crianças em todo o mundo sofrem de grave desnutrição.
Os países desenvolvidos consomem mais recursos; por isso eles são responsáveis pela maior parte dos problemas ambientais existentes na atualidade. Porém, ainda que as nações subdesenvolvidas apresentem níveis de consumo bem mais reduzido, não se pode dizer que estão isentas de responsabilidade diante das questões ambientais. Na verdade, a questão da preservação ambiental não tem sido tratada como prioritária pelos governos dos países subdesenvolvidos, que alegam “falta de recursos” para enfrentar questões essenciais básicas, como pobreza, fome e educação. Nesse sentido, o fato desses países adotarem legislações ambientais pouco rígidas favorece o desenvolvimento de atividades incompatíveis com a proteção do meio ambiente propiciando condições para a instalação de transnacionais nesses países, nas áreas de controle e preservação ambiental. Tais empresas pagam, muitas vezes, indenizações irrisórias em casos de acidentes que provoquem danos ao meio ambiente.
Assim sendo, constata-se que o modelo capitalista, baseado em inovações tecnológicas, na busca do lucro e no aumento contínuo nos níveis de consumo, precisa ser substituído por outro que leve em consideração o desenvolvimento sustentável em prol de um planeta mais saudável e digno de se viver. Pois consumir não é uma atitude condenável, mas é de suma importância não deixar que o consumo exacerbado controle nossa vida, fazendo com que a segurança sobre nossos valores esteja sempre ligada à roupa que vestimos ou ao carro que andamos.
Fontes: Levon Boligian e Wanessa Garcia; Andreia Schmidt (ADAPTADO)






segunda-feira, 11 de abril de 2016

A NATUREZA POLÍTICA DO IMPEACHMENT

Queridos (as) alunos (as)!
A partir de 15 de março, várias manifestações aconteceram, organizadas pelo movimento: Vem Pra Rua!
Essas manifestações foram impulsionadas por inúmeras causas, como por exemplo, a favor da operação Lava Jato, investigações em torno do Petrolão e o escândalo envolvendo a Petrobras. Foram protestos a favor das reformas políticas. Além disso, a mídia focou nas questões envolvendo a presidente Dilma e as suas medidas de austeridade do segundo mandato.

Com certeza é de suma importância que haja manifestações, afinal vivemos numa democracia, ainda verde, mesmo assim, democracia. Mas será que essas pessoas que querem o impeachment conhecem a Lei?
A lei que define o impeachment no Brasil é uma lei antiga, é a Lei 1079/1950. Orienta como os recursos podem ser utilizados com esse fim.
O impeachment é um recurso legal, onde você impede um determinado político de realizar as suas atribuições. O impeachment parte da idéia do poder executivo, ou seja, só quem pode sofrer o impeachment no Brasil são os cargos políticos: presidente, governador e prefeito. Mas na prática, o que essa lei define?
Define que qualquer cidadão brasileiro pode pedir o impeachment, no entanto essa acusação deve ser bem fundamentada e documentada, isto é, deve ser provada. Explicando:
1-      Cinco representantes de cada partido são escolhidos para acompanhar o pedido devendo realizar uma leitura do mesmo.
2-      Logo após, devem encaminhar o documento para o presidente da câmara dos deputados. Atualmente esse posto é ocupado por Eduardo Cunha do PMDB, que por sua vez possui o poder de vetar ou não o pedido. Caso ele aprove, colocará para apreciação na câmara dos deputados, ou seja, o pedido será votado.
3-      A câmara dos deputados é formada por 513 deputados e o pedido só seguirá adiante se dois terços dos deputados aprovarem o impeachment, isto é, 342 deputados a favor do pedido.
4-      Depois o documento segue para o senado (são três senadores para cada estado, totalizando 81 senadores) e, novamente vai para apreciação e deverá ser aprovado por dois terços dos membros (54 senadores).
5-      Após a aprovação do impeachment pelo Senado, será formada, então, uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para novamente apreciar o pedido e posicionar-se a favor ou não, do impeachment. Só então o presidente sai do cargo ficando 8 anos inelegível (perde seus direitos políticos). Na década de 1990, Fernando Collor de Mello sofreu o impeachment, passou 8 anos inelegível, mas atualmente é senador de Alagoas.
6-      Abre-se uma vacância, uma vaga para ser preenchida pelo vice- presidente da República: Michel Temer do PMDB. Mas se o vice presidente também estiver envolvido em alguma ilegalidade ou abuso de poder, entrará em seu lugar, o presidente da câmara dos deputados (Eduardo Cunha do PMDB). Caso o mesmo também seja impedido, quem assume é Renan Calheiros (presidente do senado) também do PMDB. Caso ele também seja impedido de assumir, o Supremo Tribunal Federal entrará em ação presidido por Ricardo Lewandowski, mas supondo que o mesmo não possa assumir, vai ocorrer ELEIÇÕES INDIRETAS. O Congresso e a Câmara dos Deputados escolheriam o novo presidente da República.


Fonte: Guilherme Lemos- ADAPTADO

domingo, 3 de abril de 2016

SISTEMA ECONÔMICO BRASILEIRO E O SISTEMA DA DÍVIDA

Queridos (as) alunos (as)! 
Não sou comunista e muito menos neoliberal, sou apenas uma cidadã brasileira a expressar os sentimentos em torno de uma realidade tão conflitante em que se encontra o nosso país. 
Fato!
Veto de Dilma prejudica a transparência de gasto que consome mais de 40% do orçamento federal
Explicando:
Anualmente o pagamento da dívida pública (interna e externa) consome mais de 50% do orçamento geral da união, considerando o refinanciamento por meio da emissão de títulos para pagar amortizações da mesma. Apenas em 2007 o governo brasileiro gastou R$ 237 bilhões com o pagamento das dívidas interna e externa contra apenas R$ 40 bilhões em saúde, R$ 20 bilhões em educação e R$ 3,5 bilhões com a reforma agrária. Assim, o pagamento dessa dívida ilegítima é hoje um dos principais obstáculos para o avanço e a garantia absoluta dos direitos da população brasileira.

A dívida pública atual guarda relação direta com a dívida gerada durante os anos da ditadura militar e nas décadas seguintes (portanto independente de partido!!!), abrindo a porta para a intervenção de organismos como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional na política econômica e social brasileira. Na década de 1990, esta mesma dívida pública foi colocada a disposição do sistema financeiro e da especulação, através da transformação da mesma em títulos negociáveis. Assim, ao manter o pagamento da dívida pública o governo brasileiro apenas reforça seu compromisso com os mesmos princípios que hoje são responsáveis pela crise econômica global.
Entendam, quem paga a dívida privada é a sociedade, ou seja, uma dívida que deveria ser privada é repassada para a sociedade em forma de impostos abusivos, isso por quê o sistema econômico é integrado ao sistema da dívida e esse por sua vez só existe pela corrupção. É ela, a corrupção que move a máquina!
E em 14/1/2016, o Diário Oficial da União (Seção 1, pág 9) divulgou o veto da Presidência da República à realização de auditoria da dívida pública com participação de entidades da sociedade civil, no âmbito do Ministério da Fazenda.
O governo tem a chance de reparar um erro de décadas e veta???
Por que um governo com uma ideologia populista toma tal atitude? Como assim???
É para pensar!!!

sábado, 2 de abril de 2016

SISTEMA ECONÔMICO BRASILEIRO E CORRUPÇÃO

Queridos (as) alunos (as)!
Fico triste com tudo o que está acontecendo no Brasil, muita informação, pouco conhecimento e pessoas brigando por causa de ideologias políticas contrárias. Se realmente queremos fazer algo de concreto para mudar a situação crítica em que se encontra o nosso país devemos nos UNIR e buscar fundamentação e não apenas usar informações para extravasar nossas frustrações! Devemos nos atentar para a questão da dívida interna brasileira que alcança números exorbitantes, causados pela cobrança de juros aos bancos. E não se enganem, TODOS os governos, eu disse TODOS, independente de partido político, contribuíram para isso, ou o melhor, não fizeram NADA para mudar esse quadro, e isso acontece desde a ditadura, aliada ao capitalismo imperialista dos Estados Unidos.

OU SEJA:
O Sistema brasileiro é legal, mas imoral, pois financia a corrupção, que está inclusa no sistema econômico.
É um conjunto de engrenagens articuladas tendo no centro o sistema da dívida -orçamento, sacrificando todas as demais áreas sociais. Devido ao modelo econômico vigente pelas leis do país- sistema político financiado pelo capitalismo que detém privilégios financeiros.
Para o sistema funcionar a corrupção é essencial para que as pessoas não percebam como o sistema da dívida é articulado. Caracterizado pela utilização do endividamento às avessas. O endividamento público é utilizado para subtração de recursos de forma continuada, se reproduz internamente e internacionalmente e visam lucro mundialmente.

Características:
1-  O nosso modelo econômico é voltado para concentrar renda decorrentes das políticas adotadas: Meta de superávit: aumento de impostos para sobrar recursos para pagar as dívidas; Meta de inflação: que não combate a inflação- juros excessivos para combater a inflação (provocados pelo aumento da energia, dos combustíveis, da água, dos transportes, dos alimentos...) Portanto os juros não combatem a inflação, somente favorecem o sistema da dívida.
2-      Reformas neoliberais para retirar direitos, privatizações, patrimônio estatal entregues para a iniciativa privada- modelo tributário aleijado- impostos diretos. Sem contrapartida.
3-      Privilégios financeiros: toda a arrecadação é destinado por LEI ao pagamento das dívidas. O Tesouro cobre as dívidas, emissão de novos títulos para pagar despesas correntes.
4-      Em 2008- medidas provisórias tudo o que sobrar em qualquer hora, o tesouro pode destinar para pagar dívidas e não para o IDH.
5-      Temos uma super estrutura para pagar dívidas presentes na constituição Art 166- não chegou a ser votado pelos constituintes, ele foi embutido na constituição e aparece também nas leis orçamentárias. A LDO (Lei das Diretrizes Orçamentárias) justifica, então, essa atualização da dívida.
6-      A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL: controla com muito rigor os gastos sociais e deixa a vontade o gasto com a política monetária.
7-      Em 2009 foram 147 bilhões de prejuízo operacional do banco central. O Tesouro cobriu, pois não é considerado responsabilidade fiscal.
8-      O sistema econômico está presente no financiamento de ditaduras Al e Africa, no financiamento de campanhas políticas, submetendo os países por modelos econômicos de outros países. Quem manda é o setor financeiro, Falta a soberania.

9-      DÍVIDA EXTERNA: 554 BILHÕES DE DÓLARES, DÍVIDA INTERNA:3 TRILHÕES.
10-  Dívida decorrente 1970- ditadura.
11-  1990 transformada em títulos para a compra de empresas privadas. A dívida só trocou de mãos. Deixamos de dever ao FMI e passamos a dever para as empresas, deixamos de dever 5% ao ano e passamos a pagar 19% ao ano.
12-  O tesouro resgatou dívidas e tudo isso já foi denunciado. Dívida externa privada transformada em dívida pública.
13-  As tabelas do banco central, incluem a divida privada.
14-  A dívida interna passou a crescer com o plano Real. CPI investigou que a dívida através de juros sobre juros. Quem define são representantes do setor financeiro.
Nós somos a 7ª economia mundial, o Brasil é muito rico, mas nós temos a pior distribuição de renda do mundo, estamos no 79º no ranking de respeito aos direitos humanos- IDH, penúltimo no ranking da educação e o 128º lugar do crescimento econômico.
A partir da análise do gráfico realizado pela Orçamento Geral da União é possível constatar que quem ganha com os altos juros é o setor financeiro, que desde meados da década de 1990 ultrapassou 70 bilhões por ano!!! Ou seja, são os bancos que lucram em detrimento do setor produtivo, em detrimento da classe trabalhadora, da previdência e da educação. Em suma em detrimento da população brasileira.
Mas vamos clarear essa questão, analisem bem.
A classe trabalhadora e os mais pobres pagam a conta, de que forma?
a)      Tributação excessiva
b)      Insuficiência de serviços públicos
c)      Aposentadoria baixa no regime geral e do alto risco nos fundos de pensão
d)     Ilusória distribuição de riqueza:
- Pequenos ganhos para os pobres: Bolsa Família.
- Pífios reajustes para trabalhadores.
- Acesso a produtos baratos proporcionando sensação de melhoria de vida.
- Acesso a crédito e financiamentos.

FONTE: AUDITORIA CIDADÃ DA DÍVIDA / ADAPTADO

domingo, 20 de março de 2016

A CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA


Juscelino Kubitschek deu início à construção da nova capital, mesmo sob fortes críticas. O projeto da cidade, chamado Plano Piloto, foi realizado pelo urbanista Lucio Costa e as construções projetadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Em 21 de abril de 1960 Brasília foi inaugurada.
A construção de Brasília envolveu a intenção de integrar o país, pois sua localização central facilitaria tal integração a partir da criação de estradas em todos os sentidos (norte, sul, sudeste e nordeste). Brasília reinseriu o centro- oeste com a função político- administrativa. É importante ressaltar que a capital não foi para São Paulo (onde era mais preparada em sua infraestrutura) porque são nos grandes centros que acontecem os grandes protestos e as grandes reivindicações, pois é onde se concentram as universidades (mentes pensantes).  Juscelino optou pelo modelo rodoviário não levando em conta os custos para viajar de um estado ao outro porque ele precisava fazer uma rápida conclusão da obra o que demoraria décadas para a construção de ferrovias, e o petróleo era mais barato na época, além do mais a escolha do modelo rodoviário atraiu grandes marcas automobilísticas para o Brasil.



INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA (EXPLICAÇÃO)

GETÚLIO VARGAS E JUSCELINO KUBITSCHEK - A SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES

GETÚLIO VARGAS

Até 1930 o Brasil era agroexportador e tinha como principal produto o café. Chegou a passar por alguns surtos industriais, e esses surtos eram, muitas vezes, financiados por pessoas que eram do setor agrícola e por isso tinham dinheiro para investir em indústria, tudo a partir do café, como por exemplo, os portos.
O cenário internacional nessa época começou a ser muito instável, pois assistiu disputas imperialistas, assim como as guerras e a crise de 1929. Na verdade, quando há conflitos e crises internacionais é iminente a queda das vendas. Nesse sentido, o governo brasileiro sentiu a necessidade de não depender somente do mercado externo. A partir daí o Brasil optou pela substituição de importações, ou seja, o que era importado passa a ser substituído por produtos nacionais.

Tem início o processo de industrialização implantado pelo presidente Getúlio Vargas, a partir do capital vindo da agricultura, criando assim uma indústria de base (que serve de sustento para que outras indústrias existam) vai fornecer a matéria-prima. Importantes indústrias estatais vão ser criadas nos dois governos de Getúlio Vargas. No primeiro mandato (1930- 1945) a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) e a Vale do Rio Doce (atualmente a Vale) e no segundo governo (1951- 1954) fundou a Petrobras, a Eletrobras e o banco BNDE, atualmente BNDES.

Juscelino Kubitschek de Oliveira

  

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Juscelino Kubitschek de Oliveira
JK, como era conhecido, foi eleito Presidente da República em outubro de (1955- 1960)- vice João Goulart. Candidato numa coligação história entre PSD (Partido Social Democrata) e PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), venceu com 36% dos votos válidos no primeiro e único turno das eleições. Não havia segundo turno. Mas até tomar posse, enfrentou muita oposição, principalmente da UDN (União Democrática Nacional) e de setores militares. Nos anos de JK, os chamados “Anos Dourados”, a industrialização se acelerou, principalmente a indústria automobilística. A Volkswagen foi a primeira a inaugurar uma fábrica do rumo no país, em 1959.

Juscelino Kubitschek 
Plano Desenvolvimentista 50 anos em 5- Plano de Metas (31 metas) e Plano Tripé, um governo que começou logo após o suicídio de Getúlio Vargas, marcado por uma grande pressão dos Estados Unidos e pressão interna por partes dos militares. Jk fez o Plano de trinta metas e mais uma que seria a construção de Brasília, simbolizando um novo momento do Brasil. Entende-se que 70% do Plano de Metas era ligado ao setor de energia e de transporte. Jk acreditava que era necessário meios de transportes eficientes para escoar essa produção.
Para concluir todos os planos JK cria um novo plano chamado Tripé, são as três pernas do plano de desenvolvimento, ou seja, o Estado cuidaria de uma perna que seria a infraestrutura (energia e transporte), a segunda perna seria feita por empresários brasileiros (capital privado nacional) criando indústrias de bens de consumo simples (calçados, tecidos, higiene, etc). A terceira perna seria feita atraindo capital externo (indústrias de bem de consumo duráveis- eletrodomésticos, eletrônicos, maquinário agrícola, etc).


quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

A inovação no setor energético

07/05/2008 - Um novo relatório do Fórum Mundial de Energia identifica a tendência de um futuro com mais energia sustentável. Um número crescente de novas tecnologias verdes nesse mercado tem o potencial para transformar fundamentalmente o modo como a energia é produzida, distribuída e consumida, indica o documento.

Fornecer energia segura, barata e de baixa emissão de carbono para uma população global crescente exigirá um novo nível de inovação e cooperação nessa área, conclui o texto “Resolvendo o quebra-cabeça da energia por meio da inovação”, elaborado pelos Associados de Pesquisa de Energia de Cambridge (Cera) em parceria com o Fórum Econômico Mundial.

O relatório inclui perspectivas de especialistas da área acadêmica e de líderes em energia, finanças e tecnologia. Além disso, oferece uma vasta discussão sobre o papel que a inovação e a tecnologia terão de assumir para suprir a demanda global de energia, cujo aumento é estimado em pelo menos 50% até 2030.

“O desafio de transformar o sistema energético é tremendo, dado o tamanho da exigência de capital, a necessidade de novas tecnologias e adaptação de mercado. Nosso relatório não demonstra apenas a importância de se combinar as forças dos investidores, fornecedores de tecnologia e desenvolvedores de políticas para acelerar a inovação, mas sinaliza a necessidade de tornar os consumidores de energia mais empenhados e de aprender com experiências inovativas de outras industrias”, afirma o diretor sênior e chefe das Indústrias de Energia no Fórum Econômico Mundial, Christoph Frei.

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Fonte http://envolverde.com.br/
Imagem: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO BRASIL

Postagem em destaque

BRASIL: CRISE HÍDRICA E ENERGÉTICA

A 6ª edição da Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional e Expo – trará especialistas nacionais e internacionais para falarem de tem...